LGBTQIA+

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O Brasil é um dos países que mais mata pessoas LGBTs do mundo, a cada 23 horas uma vida é ceifada pelo preconceito. Pessoas transsexuais têm expectativa de vida de 35 anos e empregos formais ainda são exceção. Por essa falta de opção acabam se prostituindo para sobreviver. Há apenas 30 anos ser LGBT era considerado uma doença, por isso lutar e garantir os direitos para esse grupo é imprescindível.

Indicação para formulação do Programa Municipal de Dignidade Trans
O Brasil é o país que mais mata transexuais no mundo, deixando evidente a marginalização dessa população. Este programa permitirá que a sua humanidade seja respeitada, auxiliando na busca de vagas de trabalho formais, processos hormonais, saúde sexual, impedimento à evasão escolar, entre outros.

Moção de Apoio às parlamentares Trans do PSOL no município de São Paulo
No início dos seus mandatos, as vereadoras eleitas na capital sofreram violência política pela conquista de seu espaço na Câmara. Um ataque do pensamento conservador que não cabe mais em nossa sociedade.

Dia da luta contra a homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia
A população LGBT é vítima constante de violências e privações de direito, que se manifestam através da homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia. O  Brasil é, inclusive, o país que mais mata pessoas LGBTs no mundo, segundo a ONG Transgender Europe. Por isso, no dia 17 de maio, escolas da rede pública e privada do município serão incentivadas a abordar o tema do “Respeito à Diversidade”

Projeto de Lei que cria o Dia da Visibilidade Lésbica
Esta data foi criada por militantes lésbicas brasileiras durante o 1° Seminário Nacional de Lésbicas – Senale, em 1996. A partir dela, foi estabelecido agosto como o mês da visibilidade lésbica. As mulheres lésbicas são alvo de violência simbólica, verbal, psicológica, física e econômica em todos os espaços: na família, na rua, nos hospitais, na escola, no trabalho.

Voto de Pesar Lorena Muniz
Lorena Muniz faleceu no pronto-socorro do Hospital das Clínicas por ter sido deixada para trás em um incêndio. Lorena estava realizando parte de seu sonho que era ser quem sempre quis ser, que era olhar-se no espelho e se reconhecer e, para isso, estava colocando próteses mamárias. Não aceitaremos caladas, vidas TRANS IMPORTAM!

Moção de repúdio à atitude transfóbica da USCS com Mar Faciolli
Esta moção de repúdio ao tratamento transfóbico que Mar recebeu pela Universidade de São Caetano do Sul, que se recusou a usar seu nome social.

Moção de apoio à Comissão de Diversidade Sexual da OAB-SCS.
Moção em apoio ao posicionamento contrário ao PROJETO DE LEI 504/2020 que tramita na ALESP que visava censurar peças publicitárias que valorizassem a diversidade e os direitos da população LGBTQIA+